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Olhar resignado, vontade insubmissa… a palavra corrompe!
Num artifício de paixões, desordem, loucuras encontramos a «palavra justa», aquela que nos «beija» … só ela. É essa a sedução absoluta que, pela ausência de impossibilidade(s) e num sussurro de cumplicidade(s), nos enfeitiça!
... e numa vigília de impressões, reconhecemo-nos nos antípodas da sua perfeição.
Seremos nós, actores de múltiplos contornos, uma contingência nessa condição (?) …
É esse lado perverso, mutável… seguro, aquele que nos prende. Acredito.
Num artifício de paixões, desordem, loucuras encontramos a «palavra justa», aquela que nos «beija» … só ela. É essa a sedução absoluta que, pela ausência de impossibilidade(s) e num sussurro de cumplicidade(s), nos enfeitiça!
... e numa vigília de impressões, reconhecemo-nos nos antípodas da sua perfeição.
Seremos nós, actores de múltiplos contornos, uma contingência nessa condição (?) …
É esse lado perverso, mutável… seguro, aquele que nos prende. Acredito.
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