.. parte II.
Dança(s)...
… no movimento incessante de(sses) contornos corporalizados, a construção de uma nova cumplicidade… a experiência (i)material do espaço.
A «forma» segue a «acção»… (dinâmica transitória em que o «gesto» se faz «presença»!)
… sinopse de uma racionalidade abstracta ou de um percurso interdisciplinar, ela revela mais do que confidencia… porque na envolvência do «toque» o «nada passa e com ele o iminente risco… perderes(-te)».
(…)
Mas num qualquer padrão descortinado de dinâmicas imaginadas, uma (in)certeza… sempre ela… a real proporção do impulso (!)
… no movimento incessante de(sses) contornos corporalizados, a construção de uma nova cumplicidade… a experiência (i)material do espaço.
A «forma» segue a «acção»… (dinâmica transitória em que o «gesto» se faz «presença»!)
… sinopse de uma racionalidade abstracta ou de um percurso interdisciplinar, ela revela mais do que confidencia… porque na envolvência do «toque» o «nada passa e com ele o iminente risco… perderes(-te)».
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Mas num qualquer padrão descortinado de dinâmicas imaginadas, uma (in)certeza… sempre ela… a real proporção do impulso (!)
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