2004/08/25

..

… inícios

esse compasso atípico, insubmisso… reinventado.

Ás vezes ocupam, outras rasgam… num intervalo de revelações possíveis de passagens intactas.

(…)

… cada fragmento (pretérito imperfeito nesse presente de alusões) assume uma reticência no espaço da incerteza, essa suspensão imperceptível ao tacto

… cada momento (alusão de pretéritos perfeitos no universo da possibilidade) representa a sublimação de um estado viciado de conteúdos… que também de utopias se alimenta.

Esta é a imagem da sensação iminente…

… o instante breve que (me) denuncia.

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

(...)

Inícios?
Reinvento-me em cada passo, num gesto precipitado, tímido...
E volto, em cada um desses "inícios", a perder-me em mim mesma.

Desaprendizagem?
Ou a mera constatação do malabarista incapaz de se centrar nesse ponto de equilíbrio.
Continuo a trair-me. E também eu me denuncio a cada momento.

Transparência que me atraiçoa.

Um momento de reflexão ou desabafo.

R.

25 agosto, 2004 13:26  
Blogger Maria Branco said...

Denuncio(me) a cada instante, a cada passo... Tento a cada um deles aprender, libertar-me, crescer... Tento...

25 agosto, 2004 14:51  
Blogger personna said...

(R.)

... o «equilíbrio» também se “faz” de desencontros, de resistências... de rupturas,

essa permanência de sabores intrínsecos que nos permite viajar... eu confio.

28 agosto, 2004 04:33  
Blogger personna said...

(Maria Branco)

... (“Do indivíduo temos que partir, ainda que seja para o abandonar.”) Fernando Pessoa.

28 agosto, 2004 04:35  

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