..
.. sentidos despertos que nos fazem
ritmo de pausas... intervalos de cores. O argumento arde!
(...)
Neste «aqui» e «agora» o equilíbrio segue a proporção do exercício que não espera.
É este o espaço da ausência?
ritmo de pausas... intervalos de cores. O argumento arde!
(...)
Neste «aqui» e «agora» o equilíbrio segue a proporção do exercício que não espera.
É este o espaço da ausência?
4 Comments:
Será com toda a certeza!! Desejo de uma semana feliz!
A ausência apenas ocupa um espaço no tempo em mim... e vai e parte e volta e recomeça...e eu nunca a consigo arrumar na algibeira.
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Maria Branco:
retribuo a gentileza, que a semana esteja a ser sinónimo de «encontros» apetecidos.
(...)
reflicto.
... o «espaço» só existe se for vivido. A «ausência» é nada, logo, é «vazio». O «espaço do vazio» exclui a possibilidade de um «tempo»... pois não admite a participação de um corpo, do movimento. Neste sentido, ele (o espaço) é uma «hipótese» que não se sente... ainda!
Se absorvermos o espaço e abraçarmos o vazio rasgando-o no tempo, a ausência passa e com ela o momento... perdido.
sououtra:
... a «ausência». Sinto-a como a antítese do «poema», aquele que
("... aspira a ser uma pausa branca
não mais que um vago olhar de lenta distracção
em consonância com o que não é nada e nada quer
claramente vivo no seu puro eclipse (...)
António Ramos Rosa, in «As Palavras»; Colecção: Campo da Poesia – 32")
... ela «vai e parte e volta e recomeça...», sim. Latência de múltiplas faces ou uma sedutora incompreendida... ela nunca (nos) é indiferente.
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