2004/09/19

..

.. sentidos despertos que nos fazem

ritmo de pausas... intervalos de cores. O argumento arde!

(...)

Neste «aqui» e «agora» o equilíbrio segue a proporção do exercício que não espera.

É este o espaço da ausência?

4 Comments:

Blogger Maria Branco said...

Será com toda a certeza!! Desejo de uma semana feliz!

20 setembro, 2004 00:00  
Blogger AlmaAzul said...

A ausência apenas ocupa um espaço no tempo em mim... e vai e parte e volta e recomeça...e eu nunca a consigo arrumar na algibeira.

**

23 setembro, 2004 02:41  
Blogger personna said...

Maria Branco:

retribuo a gentileza, que a semana esteja a ser sinónimo de «encontros» apetecidos.

(...)

reflicto.

... o «espaço» só existe se for vivido. A «ausência» é nada, logo, é «vazio». O «espaço do vazio» exclui a possibilidade de um «tempo»... pois não admite a participação de um corpo, do movimento. Neste sentido, ele (o espaço) é uma «hipótese» que não se sente... ainda!

Se absorvermos o espaço e abraçarmos o vazio rasgando-o no tempo, a ausência passa e com ela o momento... perdido.

23 setembro, 2004 02:45  
Blogger personna said...

sououtra:

... a «ausência». Sinto-a como a antítese do «poema», aquele que

("... aspira a ser uma pausa branca
não mais que um vago olhar de lenta distracção
em consonância com o que não é nada e nada quer
claramente vivo no seu puro eclipse (...)

António Ramos Rosa, in «As Palavras»; Colecção: Campo da Poesia – 32")

... ela «vai e parte e volta e recomeça...», sim. Latência de múltiplas faces ou uma sedutora incompreendida... ela nunca (nos) é indiferente.

23 setembro, 2004 03:51  

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