..
.. há um reconhecimento da forma que te configura neste tempo de corpos desagregados. Fragmentos de um conceito que se perpetua no esgotamento de uma materialidade apagada, consumida... desactualizada.
Simulacros contaminados, fraqueza inusitada... o irrevogável retorno a esse «corpus» da forma e à forma do corpo confere-nos presença e identidade.
.. há inícios que se invertem, gritos sussurrados, amarrados... centripetamente confinados à imperecível demanda pela «visibilidade do invisível»,
desejo.
.. há uma medida arrastada, distraída... automatizada, aquela que nos vai roubando.
(...)
Há este «silêncio» que gela e fica por contar...
Simulacros contaminados, fraqueza inusitada... o irrevogável retorno a esse «corpus» da forma e à forma do corpo confere-nos presença e identidade.
.. há inícios que se invertem, gritos sussurrados, amarrados... centripetamente confinados à imperecível demanda pela «visibilidade do invisível»,
desejo.
.. há uma medida arrastada, distraída... automatizada, aquela que nos vai roubando.
(...)
Há este «silêncio» que gela e fica por contar...
6 Comments:
Brincando com as tuas palavras invertidas:
Conta-me o gelo que nos rouba [automatizado, distraído e arrastado] na medida dos gritos iniciados, que nos completam a identidade e presença do corpo na forma, e que na forma retorna fraca e simulada... desactualidada, consumida e apagada... deixando esgotado o conceito dos fragmentos da desagregação de corpos que configurou a forma inicial.
bjs
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Notável!
O trilho das palavras é assombrosamente belo.
Shiuuu...
..que remate. essa última frase. podem ser meras palavras, mas a sensação é quase tangível.
"silêncio que gela e fica por contar"
.. ah, palavras.
~~*
v.
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