2004/10/22

..

.. disse, creio, Johann Herder: ("O homem é um sensorium comum perpétuo, que é tocado ora de um lado e ora de outro")...

Esta será (também) a síntese do tempo como presente, passado e futuro na sua dimensão intratemporal. Nesta medida, o presente passa... mas há aquele contínuo, co-extensivo a esse tempo de perturbações temperadas, basta que a «contemplação» se afirme sobre o imenso da «sucessão de instantes»...

.. sinopse pulverizada em sedimentos exponenciais, assim me suturo... na adjacência aquele limiar.

(...)

12 Comments:

Blogger rfarinha said...

Limiares da vida que testamos ao limite :) bjs

22 outubro, 2004 09:40  
Blogger Mariana said...

porque entendo (sinto) essa dualidade,
esse tempo, intemporal:

o momento eterno na memoria do presente.


e (talvez) o desejo.. que este (momento) faça parte de mim,
de um nós..

porque há sentidos que nos passam e outros..
que nos são cravados com o abrasivo sentimento.

Roubei as tuas palavras.. para expressar um momento, passado – diluido – presente constante, futuro desejado..

Beijo grande :)

(haverá distracções neste? :P)

22 outubro, 2004 12:06  
Blogger ruiluis said...

enquanto o presente passa e tu te suturas, o lamento persiste nesses instantes sucessivos...foi bom relembrar herder, um homem de protestos...um abraço !

22 outubro, 2004 17:17  
Blogger o mundo de said...

Quem é esse homem?:
Que busca o paradigma,
Que mora pelas ruas estranhas da sua morada?,
Que se esconde em cada esquina?,
Que devora as entranhas do mundo (ir)real, na ânsia de encontrar a fortaleza, a nobreza. Onde está a mentira?
... A mentira, ou a inverdade...
cobardia?,
sobrevivência?,
omnisciência?
Será um homem digno da sua pele?

24 outubro, 2004 16:02  
Anonymous Anónimo said...

A ter possibilidade de sufragar optaria por subscrever que sim, há o eterno toque das pessoas que se cruzam, mas é possível quebrar um toque e evoluir a partir dessa ruptura... e renegar a esse passado...

(Sei do que sussurro...)

Dói, mas logo passa.

26 outubro, 2004 00:32  
Blogger personna said...

.. ridufa:
.. testes na vida, (um)a constante sem contorno.

26 outubro, 2004 20:14  
Blogger personna said...

.. Mariana:
.. assim (também) sinto... ou senti (?)

a «palavra imensa», através de.

26 outubro, 2004 20:17  
Blogger personna said...

.. ruiluis:
.. há «presentes» e estruturas que não se "descosem". Há a ferida /cicatriz de um tempo, no tempo... sem «lamentos», com saudade... talvez.

26 outubro, 2004 20:23  
Blogger personna said...

.. o mundo de:
.. no enfiamento a subjectividade... que não basta.

26 outubro, 2004 20:24  
Blogger personna said...

.. anonymous:
.. será que passa? ...

26 outubro, 2004 20:27  
Blogger metafora said...

Personna:

Enganei-me no meu comentário (como já to disse) e estou como anónima (ilustre, quero crer).

... eu acredito que passa, tudo na vida de transforma. Lavoisier já o dizia... somos espelho da natureza... como os animais raramente cometemos o mesmo erro exactamente da mesma forma...

Se bem que eu não me arrependa de nada...

... Mas isso tu sabes...

Beijo beijo

28 outubro, 2004 23:59  
Blogger personna said...

.. metafora: (eu percebi...)

.. mas o predicado não é o «erro»! Na minha «perspectiva», uma vez traçada uma «linha de referencia» por um determinado «ponto de fuga», sempre registada a «projecção» de um «segmento de recta»... condição de um tempo e espaço percorridos.

.. existem vários «segmentos» e diferentes «pontos», sim... mas cada trajectória possui uma duração, que não se apaga ou esquece...

.. penso e sinto.

01 novembro, 2004 03:35  

Enviar um comentário

<< Home