Pausa...
Na abstracção dos momentos há um olhar que se pousa nas ondas que o mar já desfez na areia.
Reflicto...
... E sobre segredos interditos, furtivos, silenciados, dizimados... rasgo-me numa assombração de sucessivos instantes, num espasmo essencial de vida...
Respiro...
... E há o complexo partilhado, mundo gigante e incauto de distracções múltiplas que geram uma Babel de sussurros esmagados...
Reflicto...
... E sobre segredos interditos, furtivos, silenciados, dizimados... rasgo-me numa assombração de sucessivos instantes, num espasmo essencial de vida...
Respiro...
... E há o complexo partilhado, mundo gigante e incauto de distracções múltiplas que geram uma Babel de sussurros esmagados...
10 Comments:
Uma pausa, um pormenor... um sussurro, outro pormenor... que nem esmagados deixam de se sentir...
Pormenores de partilhas nem sempre claras, nem sempre lânguidas ;) Bjs
Essa ensurdecedora babel que nos impede, por vezes...
...o respirar.
E eis que surge a subtil imposição do abandono...
...da pausa.
Em sussurro, venho desejar-vos um fim de semana muito feliz! Beijos
Souuma:
Nada se deixa de sentir… existirá “problemática” maior do que essa?
Ridufa:
:)
E que partilhas!...
Ankh:
Não do abandono… demasiado forte essa palavra para a pausa que paira.
Maria Branco:
Sussurro-te de volta! :)
Lindo...
Sónia
Sónia,
Obrigada!
Beijo
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