“.. tudo passa”
... Tudo muda com a passagem dos momentos sempre céleres... sim. Arquétipos que se revisitam, como um álbum de fotografias a preto e branco. Modelos existentes que não se pretendem estanques.
Evolução... construção... inovação.
E o "devir" que se instala no presente,
... inusitado,
... sempre surpreendente!
Invoco os seis sentidos e observo o rio que passa!
Evolução... construção... inovação.
E o "devir" que se instala no presente,
... inusitado,
... sempre surpreendente!
Invoco os seis sentidos e observo o rio que passa!
8 Comments:
de passagem...
gostei :)
.. de passagem... aquela que (ás vezes) prende!
[metafora,
bonita «imagem»...]
Magda:
Que as passagens se tornem constantes e não efémeras!
Personna:
As “imagens” construídas precisam sempre de dois olhares: de quem escreve e de que observa. A fusão desses olhares é o que importa pois gera o entendimento!
[metafora:
... eu diria ainda que,
é essa "aproximação de olhares" que «vicia»... (no sentido de uma «propensão irresistível»... para e através do(s) «sentido(s)».]
"(...)quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio(...)" (R.Reis)
Apenas importa saber se queremos recordar ou não os momentos que nos tocam...
Personna:
Acrescentaria: “para além dos sentidos”, consegue-se a absoluta totalidade do sentir (?)…
Sououtra:
Podemos ser também o “rio da minha aldeia” (Alberto Caeiro)…
Mas acredito que importa recordar, sempre, todos os momentos… é da análise do que fomos e somos que crescemos…
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