Planos...
… E que o limite seja esse éter de incorpórea capacidade de fazer planar até ao infinito multiplicado pelo mundo!
O que se é, nesses três planos distintos da existência, permite que as máscaras sejam arrancadas, rasgadas, dilaceradas e sejamos, em pleno, o que simplesmente somos. Redundante mas não redutor… o inverso, sem dúvida!
Como se os passos se trifurcassem e permitissem que as sensações sejam sempre plenas, sinceras, sem fugas ilusórias…
Nesta arte de rasgar o pano que cai sobre o palco insinua-se o sopro vital que murmura que assim se vive em plenitude: imperam os sentidos, sempre despertos e consentidos!
O que se é, nesses três planos distintos da existência, permite que as máscaras sejam arrancadas, rasgadas, dilaceradas e sejamos, em pleno, o que simplesmente somos. Redundante mas não redutor… o inverso, sem dúvida!
Como se os passos se trifurcassem e permitissem que as sensações sejam sempre plenas, sinceras, sem fugas ilusórias…
Nesta arte de rasgar o pano que cai sobre o palco insinua-se o sopro vital que murmura que assim se vive em plenitude: imperam os sentidos, sempre despertos e consentidos!
1 Comments:
Vivo-me assim, sem mascaras... em mim imperam sempre os sentidos, e digo-te, gostaria de colocar a mascara, porque tal intensidade em que me vivo constantemente traz-me dor.. É verdade que não apenas ela, mas... seria bom viver com suavidade... em cores neutras, de vez emquando...
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