Parece-me...
Nada se esgota na multiplicidade de máscaras que somos... porque nos construímos em todos os minutos, porque absorvemos dos outros novas essências que consolidam a nossa...
E sempre o arrepio da existência vivida que nos permite adensar a certeza dos objectivos...
Sem prostações involuntárias, creio, apenas uma necessidade de sermos “espectadores atentos” de uma realidade que se pretende apreendida num todo figurado...
E quando te sentas e olhas e pensas e respiras o que és corresponde ao que precisas de perceber, porque as pausas também se querem, porque os momentos devem ser digeridos e dissecados...
Nesses momentos nada se aguarda, mas tudo se sente...
Essencialmente um aparente sono...
... Parece-me...
E sempre o arrepio da existência vivida que nos permite adensar a certeza dos objectivos...
Sem prostações involuntárias, creio, apenas uma necessidade de sermos “espectadores atentos” de uma realidade que se pretende apreendida num todo figurado...
E quando te sentas e olhas e pensas e respiras o que és corresponde ao que precisas de perceber, porque as pausas também se querem, porque os momentos devem ser digeridos e dissecados...
Nesses momentos nada se aguarda, mas tudo se sente...
Essencialmente um aparente sono...
... Parece-me...
2 Comments:
Encontro-me num momento assim, de pausa, preciso sentir-me, encontrar-me... Tento despertar para a vida, tenho encontrar-lhe algo que me prenda...
:)
É bom respirar e reflectir...
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