2004/09/30

Murmúrio(s)...

Escuto(-te), sim… o sentido embrenhado nos sentidos, a sinestesia plena e pura!

Desfaço-me no sal das tuas palavras e permito que a doçura se envolva nele, nelas, nisto, em nós… Porque houve uma barreira que se quebrou e permitiu a nova identidade: a cumplicidade.

E há uma perfeição que se busca nessa “síntese de momentos consentidos”, mas é o percurso a essência, ficando olvidado o objectivo. Afasto, também, a “perversidade” do jogo, para que este seja apenas equilíbrio e harmonia.

Momentos há em que as palavras são, apenas, “metáforas espectadoras” e em que as suas múltiplas significações perdem todos os códigos e em que simplesmente as rasgamos com prazer hedonista.

... O arrepio na pele...

4 Comments:

Blogger Maria Branco said...

Dispo-me de palavras, sinto. Sinto (apenas) o arrepio que as tuas me provocam na pele nua, na alma...

30 setembro, 2004 15:34  
Blogger souuma said...

... O arrepio dentro da pele...

(Raramente consigo comentar, e é até com alguma dificuldade que consigo ler as vossas palavras, uma vez que sempre que abro o blog, este teima em fechar-se abruptamente, dando erro, passados alguns segundos. Não sei se será apenas do meu pc, mas enfim, creio já ter descoberto a técnica para aqui chegar.)

02 outubro, 2004 02:36  
Blogger metafora said...

Maria Branco:

As palavras, mais do que letras, são ferramentas que ajudam a construir um espaço, uma sensação, uma história... Permitem-nos sentir!

02 outubro, 2004 14:32  
Blogger metafora said...

Souuma:

Sim... “dentro da pele”, para além de.

(E esse problema de visualização não terá a ver com a música que está no nosso blog? Poderá existir algum problema de configuração da tua placa de som ou então do plug-in de leitura de sons... penso eu, que não sou técnica, apenas curiosa...)

02 outubro, 2004 14:32  

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