2005/03/04

Liberdade

Já não fluem para ti os meus pensamentos, há muito que o meu olhar não desaguava no teu, naquele acto solene de inocência genuína. Despi-me de ti.

A cadência perdeu o sentido e é de sentidos apenas que quero existir.

Serei voz-palavra-toque-sabor-perfume-olhar-sensação…

Bastar-me-á.

Viro a página e há um mundo por desvendar.

10 Comments:

Blogger souuma said...

... um exercício - raramente fácil - da mente e do corpo...

15 março, 2005 16:58  
Blogger nobody said...

Excelente!

21 março, 2005 22:37  
Blogger Gaivota said...

E há ainda mais paginas para rasgar...

08 abril, 2005 20:27  
Blogger metafora said...

Souuma: ... um exercício, somente, temporário, apagado pela verdade iluminada.

13 abril, 2005 15:47  
Blogger metafora said...

Nobody: obrigada.

13 abril, 2005 15:48  
Blogger metafora said...

Gaivota: sem dúvida!

13 abril, 2005 15:48  
Blogger manhã said...

sempre me confunde a liberdade, se ela resulta de se sentir ligado ou separado. Será ambos em suas sábias doses?

13 abril, 2005 21:11  
Blogger metafora said...

Manhã: talvez a liberdade não seja mais do que uma sensação interior, independentemente de estarmos ligados ou não... Creio que sabermos dosear é a premissa correcta...

15 abril, 2005 11:07  
Blogger AlmaAzul said...

...quero ser livre assim... (terei de me rasgar... diz alguém dentro de mim).

21 abril, 2005 00:14  
Blogger metafora said...

almaazul: rasga-te...

05 maio, 2005 15:00  

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